Trilha Eng. Santa Rosa
Muitos acharam que o sábado ia ser de chuva. Mas o sol forte brilhou durante toda a manhã. A trilha foi realizada no sentido inverso em relação a última vez que a fizemos. Foi diferente. Bem legal. Parece uma trilha completamente diferente mesmo.
O que pedalamos subindo na vez anterior… desta vez descemos. Muito divertido! Muitos Corujas resolveram iniciar suas aventuras pelas trilhas neste final de semana.
E temos certeza que todos foram mesmo contaminados com a energia indescritível que é fazer trilha entre amigos e em contato direto com a natureza. Aqui é assim.
Tudo voltado para a diversão. SEJAM TODOS MUITO BEM VINDOS! Vocês todos já chegaram com o mesmo espírito da turma toda. Andar de bicicleta é uma atividade muito legal mesmo. Em trilha então, é mais divertido ainda. E o melhor de tudo é que realmente possibilita momentos únicos. Poucas atividades esportivas permitem que várias faixas etárias, vários gêneros, vários condicionamentos diferentes curtam juntos o mesmo momento. Ficamos felizes ao vermos juntos pedalando no meio da natureza uma família inteira.
Pai, mãe e filho pedalando juntos. Momentos muita de alegria. Tornando-se cúmplices deste momento de esporte, aventura, lazer e de contato direto com a natureza. Parabéns para a família Cavalcanti. Um fato que sempre chama atenção de todos é como tão perto do Recife temos visuais tão bonitos. Passamos por várias vistas deslumbrantes. A parada foi realizada estrategicamente na hora de um pneu furado, o único da trilha, vale lembrar. Mas deu um trabalho danado para trocar. Pois a bicicleta não tinha blocagem e o mecânico que montou apertou tanto o parafuso que quase gastamos mais de 30 minutos para conseguir soltar a roda dianteira.

Depois de muitas tentativas, alguns litros de coca-cola, tudo pronto para voltarmos a pedalar. Enoque já vinha alarmando para todos que na metade da trilha a bike dele iria apresentar algum problema mecânico. Na verdade ele procurava uma desculpa para dar uma descansada… mas não é que a previsão dele se cumpriu?!?! Só que sem dúvida não pode ser proposital. Corrente partida! Este foi o probleminha mecânico da bicicleta de Enoque. Deu tempo de todos relaxarem um bocado na sombra do pátio da escola. Depois uma decida bem radical, cheia de pedras soltas e erosões. Aqueles mais experientes ou afoitos e que tem um bom domínio das técnicas desceram em velocidade bem alta, beirando os 40KM/h. No asfalto isto não é nada. Mas tente descer no barro, com grandes pedras soltas e muitas erosões nesta velocidade para ver se a adrenalina não vai a mil por hora!

Logo depois desta descida, Markus levou uma daquelas quedas bem ridículas. Daquelas que só quem anda “clipado” consegue. Ao dar uma paradinha para estudar como iria passar numa pequena ponte de bambo, o clipe não soltou e ele caiu lentamente, beemmmm lentamente, para o lado.Ainda bem que caiu para o lado da vegetação e não para o lado da lama! Só conseguiu se levantar com ajuda de Renato que levantou ele ainda preso ao pedal com bicicleta e tudo. Tudo registrado pela imprensa de plantão.

Faltando menos de 3KM para o final da trilha mais uma quebra de corrente. Como estávamos já perto do final e com o sol forte castigando a turma, resolvemos rebocar até o posto. 
Dica: nunca de deve rebocar com Sticks ou nada que seja elástico. Utilize corda. Não prenda na bicicleta que esta sendo rebocada. Pois em caso de descida ou desequilíbrio estar preso provocaria um acidente mais sério. A dica é prender a corda na parte de cima do canote do rebocador

(a bicicleta que esta puxando), e apenas enganchar na mesa da bicicleta rebocada. De forma que o ciclista rebocado possa soltar facilmente em caso de necessidade Mantendo a corda esticada durante todo o tempo se evitam os trancos e isto colabora para que a musculatura do rebocador não sofra tanto. Fica a dica.

Depois de todos estes feriados, os Corujas vão voltar ao seu ritmo e realizar várias trilhas por mês. Agora é só acompanhar nosso site e nossa agenda e se organizar para participar conosco nas próximas trilhas. Sempre leia com atenção o detalhamento da trilha clicando na exclamação (!) vermelha. Lá você encontrará todos os detalhes como o nível da trilha (uma escala de 1 até 5, onde a nível 1 é mais leve/fácil e a 5 mais pesada/difícil). A previsão da distância que percorreremos (em KM), a descrição da trilha (com os tipos de terreno e vegetação, etc), local de concentração e outras informações adicionais.
Dados técnicos:
KM percorrido: 21,71
Vel.Média: 8,1 Km/h
Vel.Média Geral: 4,1 Km/h
Vel.Máx: 39,8 Km/h
Tempo pedal: 02h 40min
Tempo total: 05h 21min
(fonte: www.corujaqueira.com.br)
